Dom Décio Pereira




Na sexta feira dia 05 de Fevereiro de 2010, foi celebrada uma Missa festiva na Paróquia São João Batista do Brás, em despedida a Dom Pedro Luiz Stringhini, nosso bispo auxiliar, e também em memória ao sétimo ano de falecimento de Dom Décio Pereira. Conheça um pouco da história de Dom Décio Pereira.


Dom Décio Pereira (3º Bispo da diocese de Sto. André)

Dom Décio nasceu em São Paulo, Capital, em 15 de abril de 1940, Filho de Henrique Pereira e de Zilda Pereira. Era Filho único, órfão de mãe aos 3 anos, órfão de pai aos 5 anos. Foi criado pelos avós.

Aos cinco anos de idade manifestou o desejo de pertencer somente a Deus. Cursou o ginásio, 1º e 2 º, no Colégio do Carmo dos Irmãos Maristas. Foi coroinha na Paróquia de São José do Belém e depois congregado na Igreja de São Paulo Apóstolo. Entrou para o Seminário de São Roque para terminar os estudos. Cursou Filosofia em Aparecida do Norte, SP; fez o curso de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana.

Quando retornou ao Brasil foi ordenado sacerdote por Dom Angnelo, Cardeal Rossi, na Igreja de São Paulo Apóstolo na Quarta Parada: foi no dia 21 de janeiro de 1967, aos 27 anos de idade. Nesta mesma Igreja realizou sua primeira Missa. No dia 18 de dezembro de 1967 passou a ser vigário coadjutor na Paróquia Nossa Senhora Da Penha. Em 07 de março de 1971 foi nomeado Pároco da Paróquia Imaculado Coração de Maria, PUC Perdizes.

Em 07 de maio de 1976 foi nomeado Cônego Catedrático do Cabido Metropolitano de São Paulo. Aos 39 anos foi nomeado bispo. - Nessa ocasião era Chanceler do Arcebispado e Vigário da Paróquia Imaculado Coração de Maria, em Perdizes. Foi Diretor do Ensino Religioso da Arquidiocese, coordenador da catequese na região Leste de São Paulo e professor na PUC, e em diversas escolas públicas. Foi nomeado bispo no dia 27 de maio de 1979, por S. S. o Papa João Paulo II, às 17h na Basílica do Vaticano, como Titular de Martiniano e Auxiliar para São Paulo. Adotou como lema de seu episcopado "Para que Todos Tenham Vida".

Em 21 de maio de 1997 foi nomeado pelo Papa João Paulo II o terceiro bispo da Diocese de Santo André. Tomou posse no dia 29 de junho de 1997. Faleceu em 05 de fevereiro de 2003 exercendo o ministério episcopal nesta diocese, onde permaneceu de 29/06/1997 a 04/02/2003.


Despedida




Dia 05 de fevereiro de 2010:

Celebração da Santa Missa em despedida a Dom Pedro Luiz Stringhini, ás 19h, na igreja São João Batista.

Dom Pedro Luiz Stringhini, por mais de 9 anos o querido bispo auxiliar da Região Episcopal Belém da Arquidiocese de São Paulo, foi nomeado pelo Papa Bento XVI, em 30 de dezembro de 2009, Bispo Diocesano de Franca (interior do Estado). Para assumir a Região Belém foi nomeado o Pe. Edmar Perón, atual Reitor do Seminário de Teologia de Maringá, Paraná.

Dom Pedro encerra uma longa e bela jornada pastoral em nossa região. Incansável no trabalho e sempre ao alcance de todos; um trabalhador generoso e simples de coração: eis o pastor que tanto marcou e dinamizou esta porção amorosa e lutadora da Igreja em São Paulo.

Dom Pedro Luiz Stringhini é natural de Laranjal Paulista, interior de São Paulo. Serviu à Arquidiocese como padre e, em seguida, como bispo auxiliar, desde março de 2001, respondendo pelo cuidado pastoral da Região Belém e por vários ncargos de âmbito arquidiocesano, como o acompanhamento das pastorais sociais. Ele será o terceiro Bispo de Franca.

Desejamos a Dom Pedro Luiz as maiores bençãos divinas. Que receba de volta todo o bem que nos fez e todo o amor que nos dedicou.


Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010

Apresentação da CF 2010




Lema: "Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro"

Tema: Economia e Vida


As Igrejas Cristãs no Brasil, presentes no Conselho Nacional de Igrejas Cristãs no Brasil – CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), apresentam a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, com o tema Economia e Vida e o lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). Esta é a terceira campanha da fraternidade realizada de forma ecumênica, e tem como objetivo geral:

“Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”. É necessário conclamar a todos e todas para construir uma nova sociedade, educar essa mesma sociedade afirmando que um novo modelo econômico é possível, e denunciar as distorções da realidade econômica existente, para que a economia esteja a serviço da vida.

Nesta campanha da Fraternidade Ecumênica, as comunidades cristãs são convocadas a deixar-se seduzir pelas palavras de Jesus: “Não acumuleis para vós tesouros na terra, onde as traças e os vermes arruínam tudo, onde os ladrões arrombam as paredes para roubar. Mas acumulai para vós tesouros no céu”. (MT 6,19-20a). “Ninguém pode servir a dois senhores: ou odiará a um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro” (Mt 6,24). Toda a vida Jesus foi um testemunho de simplicidade no uso dos bens materiais, de solidariedade com os pobres, de distribuição gratuita dos dons de Deus.


Sou Católico, vivo minha fé - 13

A pessoa de Jesus: Filho amado do Pai




Jesus foi concebido por obra do Espírito Santo no seio da Virgem Maria. Nasceu em Belém, na Judéia. Aquele que estava eternamente com o Pai entrou em nossa história, revestiu-se de nossa humanidade, assumiu um rosto, um coração e um nome humano.

Jesus é verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Uma única pessoa em duas naturezas, sem divisão. Ele veio nos salvar. Seu nome em hebraico, Ieshua, significa Deus salva. Salvação é a realização plena do ser humano que acolhe a vida divina.

No início de sua vida pública, Jesus foi batizado por João Batista, no rio Jordão; foi ungido pelo Espírito Santo, e o Pai o proclamou seu Filho amado. Chegava à plenitude com Jesus o tempo da graça, e iniciava-se um novo relacionamento de Deus com a humanidade. Jesus viveu, em tudo, voltado para o Pai. Como filho realizou a vontade do pai e proclamou seu reino.

Depois de batizado, Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto e ali foi tentado durante quarenta dias. Vencendo a luta interior, Jesus abriu para a humanidade a possibilidade de vencer o mal, reafirmando sua fidelidade a Deus. Como por um só homem o pecado entrou no mundo, também por um só homem, Jesus Cristo, a graça foi espalhada sobre toda a humanidade (cf. Rm 5,12). O pecado original, através do qual a morte entrou no mundo destruindo a inocência do coração humano, deixando comprometida sua integridade, trouxe ao mundo a morte e a perda da amizade com Deus.

O pecado original, presente desde a origem humana (cf. CIC. 390), retrato de sua condição frágil e estreita, embora aberta e convidada à santidade, continua a gerar muitas e variadas formas de males em nosso tempo. Só a graça de Deus rompe com o domínio do pecado. Em Cristo, a vida é, novamente, proposta, e seu desdobramento na vida dos cristãos os impele a se fortalecerem na oposição aos males e ao pecado.

Jesus chamou alguns discípulos para segui-lo e, dentre eles, escolheu doze, os quais chamou apóstolos, para que ficassem com ele e, no tempo oportuno, fossem enviados para pregar o Evangelho do Reino de Deus. O termo apóstolo significa enviado.

Os escolhidos aceitaram formar com Jesus uma comunidade. Não foram chamados para aprender uma tradição religiosa ou uma filosofia, mas para entrar em comunhão com a pessoa de Jesus e participar da missão e do destino de Jesus. O mesmo convite feito ao doze apóstolos se repete hoje a todos nós, através da Igreja.